1 - "Pon De Replay"
2 - "Here I Go Again" (com J-Status)
3 - "If It's Lovin' That You Want"
4 - "You Don't Love Me (No, No, No)" (com Vybz Kartel)
5 - "That La, La, La"
6 - "The Last Time"
7 - "Willing To Wait"
8 - "Music Of The Sun"
9 - "Let Me"
10 - "Rush" (com Kardinal Offishall)
11 - "There's A Thug In My Life" (com J-Status)
12 - "Now I Know"
Faixas bónus:
1 - "Pon De Replay (Remix)" (com Elephant Man)
2 - "Hypnotized"
Singles:
1º. "Pon de Replay"
Lançado em: 22 de Agosto de 2005
2º. "If It's Lovin That's You Want"
Lançado em: 28 de Novembro de 2005
A Girl Like Me
1 - "SOS"
2 - "Kisses Don't Lie"
3 - "Unfaithful"
4 - "We Ride"
5 - "Dem Haters" (com Dwane Husbands)
6 - "Final Goodbye"
7 - "Break It Off" (com Sean Paul)
8 - "Crazy Little Thing Called Love" (com J-Status)
9 - "Selfish Girl"
10 - "P.S. (I'm Still Not Over You)"
11 - "A Girl Like Me"
12 - "A Million Miles Away"
13 - "If It's Lovin' That You Want" (Parte 2) (com Cory Gunz)
Faixas bónus:
1 - "Who Ya Gonna Run To?" (Edição Japonesa)
2 - "Pon de Replay" (RU, Holanda e Itália)
3 - "Coulda Been the One" (Edição Japonesa)
4 - "Pon de Replay (Full Phatt Remix)" (Edição Japonesa) (
Singles:
1º. "SOS"
Lançado em: 28 de Fevereiro de 2006
2º. "Unfaithful"
Lançado em: 17 de Julho de 2006
3º. "We Ride"
Lançado em: 23 de Outubro de 2006
4º. "Break it Off"
Lançado em: 14 de Dezembro de 2006
Good Girl Gone Bad
1 - "Umbrella" (com Jay-Z)
2 - "Push Up On Me"
3 - "Don't Stop the Music"
4 - "Breakin' Dishes"
5 - "Shut Up and Drive"
6 - "Hate That I Love You" (com Ne-Yo)
7 - "Say It"
8 - "Sell Me Candy"
8 - "Sell Me Candy"
9 - "Lemme Get That"
10 - "Rehab"
11 - "Question Existing"
12 - "Good Girl Gone Bad"
13 - "Disturbia"
14 - "Take a Bow"
15 - "If I Never See Your Face Again"
12 - "Good Girl Gone Bad"
13 - "Disturbia"
14 - "Take a Bow"
15 - "If I Never See Your Face Again"
Faixas bónus
1 - "Cry" (Faixa bónus internacional)
2 - "Haunted" (Faixa bónus no Japão)
-----------------------------------------------------------------------------------1 - "Cry" (Faixa bónus internacional)
2 - "Haunted" (Faixa bónus no Japão)
Opinião dos críticos:
A resposta da crítica ao álbum Good Girl Gone Bad, foi muito positiva, com uma nota média de 72% baseada em 17 análises no Metacritic, que transforma todas as classificações em percentagens até cem por cento. Entertainment Weekly descreveu o álbum como um "empréstimo" do género R&B da década de 1990 para o tornar num álbum "delicioso" do Verão.
A Yahoo Music descreveu o álbum como um álbum de classe, de profundidade e seriedade difícil trituração, considerando uma grande transformação da cantora com potencial para se tornar numa estrela ainda maior.
Andy Kellman da AllMusic descreveu como um bom álbum pop de 2007, com doze single potenciais em alguns territórios. Enquanto que Kelefa Sanneh de New York Times descreveu o álbum, como cientificamente editado para criar hits.
A Pitchfork Media classificou o álbum como "inesperado e variado", como uma fonte de música que se possa ouvir. A revista Time, nomeou o álbum, como um "dos mais sexy de 2007", falando também de "Umbrella".
A Boston Globe referiu-se a Good Girl Gone Bad, como um álbum onde "o mal nunca tinha soado tão bem", tendo afirmado que a cantora, com este álbum, estava a "bloquear o verão". Considerando um dos melhores álbuns lançados em 2007.
O álbum, entre outras indicações e prémios, recebeu seis nomeações em 2008, nos Grammy Awards, nas categorias de Best R&B Song, Best R&B Performance by a Duo or Group with Vocals por "Hate That I Love You", Best Dance Recording por "Don't Stop the Music", Record of the Year, Song of the Year, Best Rap/Sung Collaboration por "Umbrella", tendo vencido nesta última categoria. Em 2009 o álbum continua a receber indicações, nomeadamente nos Grammy, juntando mais três nomeações, perfazendo nove no total.
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Singles:
1º. "Umbrella"
Lançado em: 29 de Março de 2007
2º. "Shut Up and Drive"
Lançado em: 12 de Junho de 2007
3º. "Hate That I Love You"
Lançado em: 21 de Agosto de 2007
4º. "Don't Stop the Music"
Lançado em: 7 de Setembro de 2007
5º. "Take a Bow"
Lançado em: 15 de Abril de 2008
6º. "If I Never See Your Face Again"
Lançado em: 2 de Maio de 2008
7º. "Disturbia"
Lançado em: 22 de Julho de 2008
8º. "Rehab"
Lançado em: 8 de Dezembro de 2008
9º. "Breakin' Dishes"
Lançado em: 29 de Janeiro de 2009
Good Girl Gone Bad: Reloaded
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Good Girl Gone Bad Live
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Good Girl Gone Bad - The Remixes
Rated R

1 - "Mad House"
2 - "Wait Your Turn"
3 - "Hard" (featuring Jeezy)
4 - "Stupid In Love"
5 - "Rockstar 101" (featuring Slash)
6 - "Russian Roulette"
7 - "Fire Bomb"
8 - "Rude Boy"
9 - "Photographs" (featuring Will.i.am)
10 - "G4L"
11 - "Te Amo"
12 - "Cold Case Love"
13 - "Last Song"
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Opinião dos críticos:
Depois do seu lançamento, Rated R recebeu críticas bastante positivas por grande parte da media, alcançando uma pontuação de 76/100 no Metacritic. Leah Greenblatt da Entertainment Weekly atribuiu uma nota B chamando-o "um retrato cru, muitas vezes perturbador de uma artista que é, ela insiste em não ser mais uma 'Rapariga'". Greg Kot do Chicago Tribune classificou o álbum com 3.5 estrelas, num máximo de 4, dizendo que é um trabalho "poderoso e artístico". O jornalista Jim DeRogatis do Chicago Sun-Times comentou a maturidade adquirida por Rihanna no álbum, denominando-o "melhor, e em certas camadas o mais esforçado", numa atribuição de 3 estrelas de 4 possíveis. Ailbhe Malone através da NME atribuiu 8 estrelas do máximo de 10, descrevendo o trabalho como "um registro espantosamente masculino - no som e na atitude". Ed Potton do jornal The Times compartilhou um sentimento similar e atribuiu 4 estrelas de 5, descrevendo-o como "reabilitativo e estridente, lamentável, mas vingativo e fantasiástico, o melhor trabalho de Rihanna". Apesar de escrever que o seu tema "coloca o álbum para baixo com a associação biográfica", Tiny Mix Tapes deu ao álbum 3.5 de 5 estrelas, e chamou-lhe "um álbum pop bastante acima da média". Ann Powers Los Angeles Times elogiou o desempenho de Rihanna e deu ao álbum 4 de 4 estrelas, chamando-lhe "um retrato complexo e fascinante do processo emocional de uma jovem mulher, após um abuso violento". Sarah Rodman do jornal americano Boston Globe deu uma revisão favorável ao álbum, chamando-lhe "uma fotografia interessante de vários eventos actuais, incluindo a evolução de Rihanna como intérprete e a confluência na cultura e na arte pop".
Embora elogie os vocais da cantora com seus vocais, Alexis Petridis do The Guardian deu ao álbum 3 de 5 estrelas e viu as suas alusões líricas de ataque ao Chris Brown como uma fraqueza, afirmando que "é notada a escolha de Rihanna como uma maca: como que as pessoas vão ler as referências para um álbum independente, assim como você pode jogar com ele. A grande falha de Rated R, é que não se pode reconhecer a sua frequência". Sean Fennessey da revista Spin atribuiu 2.5 de 5 estrelas e acha que o álbum não se adequa à balada de Rihanna, baseado-se em pontos, por exemplo que a cantora "tem o mesmo tipo de voz, que raramente é expressivo o suficiente para transmitir fúria". Ryan Dombal da Pitchfork Media deu uma avaliação de 6.1/10 e encarou as baladas do disco como uma fraqueza. Emily Tartanella do PopMatters partilhou uma percepção semelhante, dando-lhe uma avaliação de 5/10 e criticou que "as tentativas de Rihanna se tornar 'pensativa' apenas fazem com que a qualidade do trabalho baixe". Chris Richards do jornal The Washington Post escreveu que o álbum "cerca com uma raiva sem forma" e viu o desempenho de Rihanna como impessoal, indicando "ela executa os vocais com precisão anti-séptica, o que torna difícil discernir se ela está realmente fervendo ou apenas com alguma ira. Estará ela lutando com demónios? Ou a projectar uma imagem de um cantor que luta com demónios?" Numa, geralmente misturada revisão, Rob Harvilla da The Village Voice percebeu que o seu subtexto estava relacionado com agressão por Chris Brown e os seus holofotes da media como uma fraqueza, declarando que os pontos baixos do álbum são ruins, os seus pontos altos, emocionantes como são, poderiam fazer com que se sentisse bem pior".
Por outro lado, Steve Jones da USA Today viu o incidente com Brown e a sua atribulada vida mediática como uma influência a "empurrá-la ainda mais para o território musical, de onde saiu depois do fim da promoção do Good Girl Gone Bad. Jones deu uma nota de 3 de 4 estrelas, e escreveu ainda que "as mais ousadas e muitas vezes mais explícita letras e vocais asseguradas reflectem uma crescente confiança e maturidade artística". Andy Kellman da Allmusic classificou-o com 4 de 5 estrelas e escreveu: "Muito deste álbum é absolutamente ousado, sombrio e elegante tanto liricamente como sonoramente, mas é atraente, cheio de tantas linhas memoráveis, como um álbum de rap maduro" Nick Levine da Digital Spy atribuiu 5 de 5 estrelas dizendo que "é o registo - surpreendente na visão, surpreendentemente na boa execução - que eleva a de popstar a artista pop". Eric Henderson da revista Slant Magazine chamou de "100% grosso" e comparou-o ao álbum de 1997 The Velvet Rope de Janet Jackson, percebendo que ambos os álbuns contêm a mesma natureza confessional e "irradiar uma inequivocamente, vibe abertamente autobiográfica". Jody Rosen da Rolling Stone achou o álbum surpreendente, realçando o tema do mesmo, denominando-o "um dos melhores do ano". Neil McCormick da The Telegraph considerou o álbum 3 de 5 estrelas, afirmando que é um "disco de uma pessoas de 21 anos que cresceu depressa, e que embarcou em temas para adultos". Brian Linder da IGN Music afirmou que via o trabalho de "uma jovem mulher complexa, que expressou os sentimentos através da sua música". Jesal 'Jay Soul' Padania do sítio Rap Reviews foi o primeiro a fazer uma crítica formada de Rated R, considerando um "mini-filme, puxando mais a força lírica do que sonora". Disse ainda que é mais uma versatilidade da cantora, pois mais uma vez "mudou a sua direcção musica, sendo mais hip hop do que R&B ou pop", atribuindo 7.5/10. Jude Rogers da BBC fez uma revisão positiva, concluindo que Rihanna "transformou-se numa diva vingativa, com postura e fibra". Por outro lado, Jenny Mulligan da Entertainment.ie afirma que o álbum "é um pacote completo de atitude, agressão e erotismo". Embora tenha tido uma opinião positiva do trabalho, Mulligan diz que o único "ponto fraco de Rated R é o facto de ser demasiado chocante". Bill Lamb do portal About.com diz que "é tão implacável que é impossível descobrir muitos exemplos de olhar para a frente. Rihanna está lançando um olhar atento e frio para o presente. Sobrevivência é o pensamento mais frequente nela."
No fim do ano de 2009 Leah Greenblatt da Entertainment Weekly revelou que embora tenha atribuido precipitadamente a classificação B ao disco, era sem dúvida "o melhor álbum pop do ano". Chicago Tribune classificou-o como o oitavo melhor álbum do ano de 2009.
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Singles:
1º. "Russian Roulette"
Lançado em: 20 de Outubro de 2009
2º. "Hard"
Lançado em: 10 de Novembro de 2009
3º. "Rude Boy"
Lançado em: 9 de Fevereiro de 2010
4º. "Rockstar 101"
Lançado em: 24 de Maio de 2010
5º. "Te Amo"
Lançado em: 11 de Junho de 2010
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Rated R: Remixed

LOUD

2 - "What's My Name?" (com a participação de Drake)
3 - "Cheers (Drink to That)"
4 - "Fading"
5 - "Only Girl (In the World)"
6 - "California King Bed"
7 - "Man Down"
8 - "Raining Men" (com a participação de Nicki Minaj)
9 - "Complicated"
10 - "Skin"
11 - "Love the Way You Lie (Part II)" (com a participação de Eminem)
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Opinião dos críticos:
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Singles:
1º. "Only Girl (In the World)"
Lançado em: 13 de Setembro de 2010
2º. "What's My Name?"
Lançado em: 29 de Outubro de 2010
3º. "S&M"
Lançado em: 21 de Janeiro de 2011
4º. "Man Down"
Lançado em: 3 de Maio de 2011
5º. "California King Bed"
Lançado em: 13 de Maio de 2011
6º. "Cheers (Drink to That)"
Lançado em: 2 de Agosto de 2011